Candidato a Deputado Estadual pelo Paraná. Partido Missão, número 14333. Maringá.

Imposto de primeiro mundo, serviço de terceiro mundo. Cansei.
Eu não entrei na política por vocação. Isso é um "não motivo". Entrei porque há alguns anos já faço trabalho público por meio do Rotary, do Pyros, do Centro Cultural Italiano, sem cobrar nada do Estado. Enquanto isso, político ruim cobra caro e ainda desvia recurso pra bonificar a própria ineficiência.
Tenho 28 anos. Estou há tempo demais assistindo gente mais velha encher o peito pra anunciar que é a solução, quando estão lá há décadas e nunca entregaram nada de concreto. Tenho filhos que vão viver aqui depois de mim. Sentar e assistir tudo se repetir é covardia.
O Brasil não precisa de mais revolução. Precisa começar a funcionar.
Sou Matheus Manholer, 28 anos, casado com a Manu e pai de dois meninos. Comecei a trabalhar aos 13 na lanchonete dos meus pais em Maringá. Aos 20, era dono do meu próprio negócio. Me formei em Engenharia Civil na UniCesumar enquanto tocava a lanchonete.
Hoje trabalho há 5 anos com tecnologia financeira em empresas globais, 100% em inglês, dando suporte a clientes de dezenas de países. Empreendo há quase 10 anos: passei por lanchonete, agência de marketing e produção de vídeo. Aprendi a construir software com IA e uso isso todo dia no trabalho.
Fora do trabalho: ajudei a fundar o capítulo de Maringá do Rotary Means Business, sou diretor do Maringá Pyros, o time de futebol americano da cidade, e joguei como atleta em 2014, 2015, 2016, 2023 e 2024. Também fiz parte da diretoria do Centro Cultural Italiano de Maringá.

Sou engenheiro, empreendo há quase dez anos e construo software com IA todo dia no trabalho. É por aí que eu entro em qualquer assunto público. Saúde e segurança aparecem aqui porque são onde a falta de tecnologia bem aplicada custa mais caro para quem mora no Paraná.
O Estado compra sistema caro que não conversa entre si, e deixa de usar coisa barata que já funciona. Impressão 3D em escola pública é um exemplo: custa pouco, ensina projeto e fabricação, e não depende de obra. A pergunta que eu faço em qualquer pasta é a mesma: o que já existe, o que já foi pago, e por que não está funcionando.
O Livro Amarelo propõe fila por risco clínico e prontuário nacional interoperável, no plano federal. No Paraná a tarefa é outra: o estado já coleta o dado da fila e já entrega consulta individual por CPF, mas não publica o agregado que permitiria cruzar procedimento, regional e tempo de espera. Abrir esse dado é decisão de gestão, e é o que prepara o estado para plugar no sistema nacional.
Câmera, leitor de placa e central de monitoramento já existem em quase toda cidade média do Paraná. O que costuma faltar é integração entre elas e critério público sobre o que o sistema faz com a imagem. Equipamento parado em rede que não conversa é dinheiro público virando enfeite de poste.
A Assembleia já publica dados abertos e legíveis por máquina para proposição e norma legal. Para a despesa, não: a verba de ressarcimento de 2020 em diante sai por formulário, uma consulta de cada vez. A tecnologia existe e foi aplicada à atividade legislativa, não ao dinheiro.
Trabalho público sem cargo e entrega técnica com número em cima. Tudo isso é anterior à candidatura, e tudo é conferível.
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E-mail: denuncias@matheusmanholer.com
Prestação de contas: consulta pública no TSE
Redes, perfil oficial no partido, moldura de foto e prestação de contas, tudo numa página só.
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